Quando a noite vem caindo
E tantos lampiões de estrelas
Enchem de luz a amplidão,
Sinto que me aperta o peito,
Bem sei que isto é causa e efeito
Da trama da solidão.
E o vento vem de mansinho,
Roçando meu corpo frio...
Frio de tanto esperar...
E sussurra,
Numa prece,
Teu mundo é vazio,
Acorda, homem, esquece.
E um orgasmo me estremece...
E teso e tenso de amor,
Mergulho na noite ardente,
Onde o opaco dos meus olhos
Com a escuridão
Se mistura
E eu viro estrela cadente.
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