No universo dos infinitos
De nossas bocas
As nuvens brancas dançam
Uma valsa de Strauss,
Acompanhadas por uma
Orquestra harmoniosa,
Cujo o único objetivo
É funcionar como elo
Entre duas vidas
Que se confundem numa só.
E no vai-vem dos movimentos sutis
Das nuvens brancas
Ocorre uma transmutação
De sentidos
Que transfiguram os estados
De espírito envoltos
Nessa dança.
Passinho para cá, Passinho para lá
E o amor sempre a encantar
Através do Danúbio azul
Que permeia os nossos ouvidos,
Prenunciando o renascer
De uma nova aurora,
De um novo tempo
Marcado pelo brilho intenso
E constante das estrelas
Que pairam por sob
A treva da imensidão.
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