Tu, meu anjo,
És a sorte rutilante
Que mantém acesa
A chama opaca
De um vulcão equilibrista
Apoiado na ponte
Entre o ser e o nada.
Tu enobreces o infinito
Com todo o teu esplendor,
Sustentando a fúria contida
No calvário de um devaneador.
Tua imagem resplandecente vaga
Pelas profundezas do firmamento,
Captando as cristas lineares da paixão.
Enfim, tu és o motivo maior
De um existência que ultrapassa
A fronteira do arquipélago pútrido
Imerso no labirinto da imaginação.
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