Caminhar por entre as nuvens,
Seguir os passos esvoaçantes
De um condor,
Revelar a opacidade
Que se encontra guardada
Na gaveta pertinente
Ao meu ser;
E assim, deixar-me levar
Pelo ludo imaginario
Que visa alcançar as folhas
Desnorteadas expostas ao vento,
Como se um ímã,
Com seu alto grau de sedução,
Me conduzisse a um palco alumiado pelas estrelas
Que derramam o mel do prazer pelas profundezas do infinito.
Por fim, parar num ponto longínquo e captar
Toda energia sideral necessária
À exaltação do amor puro
E verdadeiro preso
Entre as asas da imaginação.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário