Na trilha incessante do amor,
Reconheço a flor do asfalto
Cuja presença inerte e singular
Dilacerou o claustro frio em
Que eu me encontrava preso.
E, ao seguir a trilha do Saara,
De longe a me fitar a flor
Permanece intacta e tão
Orgulhosa de si,
Como a bola de neve
Que reina soberanamente
No ínterim em que
O sol se esconde
Sob a perspectiva
Do meu olhar extático
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