terça-feira, 6 de outubro de 2009

Reencontro

Reencontro


Tu, querida, soubeste
Conquistar um coração
O qual se encontrava
Inutilmente perdido
Nas trevas da escuridão,
Mas que se soergueu,
Subitamente, ao se confrontar
Com a inocência,
A pureza e a simplicidade
De uma figura que transparece
Amor, generosidade e simplicidade
Por onde passa
E esta nada mais é que o reflexo
Das suas próprias atitudes,
Do seu próprio jeito de ver
E encarar o óbvio
Que insiste em se desnudar
Diante dos seus olhos.
Esta figura não poderia ser outra
A não ser você,
Minha querida.
Pobre coração! Vítima da sua própria
Inocência e estupidez
Que teimavam em desviá-lo
Da mais autêntica trilha
Em busca da felicidade.

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